
Ninguém nasce sabendo, ninguém nasce amando, ninguém nasce querendo. O amor é uma coisa que se cria, e que o tempo, digamos, aperfeiçoa. Mas ainda assim, quando você olha no fundo daqueles olhos, mesmo que ainda desconhecidos, você tem certeza de que ali é o seu lugar. Não se trata de querer, se trata de precisar. É mais forte, mais intenso que qualquer outro tipo de sentimento, e as palavras fogem quando se quer descrever. Não sei dizer quando eu descobri que o amava. Talvez quando recebi um “sim”, um abraço, um olhar ou um aceno. Talvez quando vi uma foto, ouvi a risada, ou vi um vídeo, em que ele fazia alguma besteira e gargalhava. Talvez tenha sido a timidez, a coragem, a bravura, a lealdade. Talvez tenha sido a raiva, a força de vontade, o desejo. Ou talvez tenha sido simplesmente porque tinha que ser. Nada ilógico aconteceu. Bastou apenas Deus. E então foi, quase como o ato de piscar, que é tão natural que as vezes até esquecemos que piscamos. O corpo faz tal ato por nós, não precisa de ordem ou pedido. E digo que o ato de amar qualquer um de vocês, ou até mesmo todos, foi a coisa mais natural que me aconteceu. E quando olho as fotos, os vídeos, as matérias, eu só peço pra Deus congelar o momento, e imploro para que ele se transforme em algo eterno, no fundo da minha mente. Um abraço, um beijo, e muito obrigada, isso é tudo que eu tenho para vocês nesse momento, mas saibam que isso é muito pouco. Muito pouco, perto de tudo que vocês me deram… Afinal, vocês me deram a honra e a oportunidade de dizer “eu sou tua fã, e pode acreditar, eu vou contigo até o fim!“ Antes de lhes conhecer eu vivia, talvez até minha vida tivesse uma razão, um sentido… Mas depois que conheci teus olhos, perdi o prumo, o rumo e o sentido. Tudo que eu tenho, e o porque existo, se resume ao fato de você também existir. Não importa a força do amor, importa que ele existe, e que agora, meu coração também é um pedaço de vocês.
Ninguém nasce sabendo, ninguém nasce amando, ninguém nasce querendo. O amor é uma coisa que se cria, e que o tempo,...